1 Coríntios 9.24.

“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.”

Paulo usa o exemplo de uma corrida para ilustrar a disciplina de um atleta em busca de seu prêmio. Essa analogia era de fácil compreensão a eles, pois, além de haver a tradicional competição dos Jogos Olímpicos na Grécia, havia os Jogos Ístmicos em Corinto. Nesses eventos, eram disputadas provas como corridas, salto e luta, sendo que em cada modalidade havia apenas um vencedor. Em outras palavras, várias pessoas se sujeitavam a um rigoroso estilo de vida para que no final apenas um subisse ao pódio.

Nessa passagem vemos que em particular atletas muitas vezes se abstém de várias coisas para que estejam preparados para uma competição, em prol de ganhar o título de campeão… título esse que pode durar um ano, pois no ano seguinte irá ter outro combate e pode perder esse título de campeão…. ou seja… esses prêmios são corruptíveis….eles se esvaem com o tempo, ficam aqui pela Terra e nossa missão como Cristãos é buscar nossa Salvação, através da obediência á Palavra de Deus, nos abstendo dos pecados que a vida nos apresenta…. e honrando a Deus… pois assim conseguiremos a vida eterna.

A casa é sua! <3

Nossa, meo! Ontem foi um dia muito incrível lá no Templo de Salomão.

Foi dia de Congresso para o Sucesso. Todas as Segundas-feiras são dias de Prosperidade lá na Igreja… é quando a gente vai procurar Deus pra pedir pela nossa vida financeira. E a gente começa a reunião com orações e tem louvores e palestra e tudo mais.

Foi muito legal!

A gente tava pedindo pra Deus desamarrar nossa vida, trazer bênçãos sem limites pra gente e agradecer por tudo que Deus já fez e fará nas nossas vidas. Porque afinal, Deus é grande! E ele faz o impossível se tornar realidade, ele é mestre em tornar o pouco em muito assim como na passagem bíblica ele multiplicou os peixes e os pães em doze cestos cheios que deu para alimentar mais de 5 mil homens e também mulheres e crianças que estavam na multidão no meio do deserto.

E foi dito na palestra que devemos seguir alguns passos para conquistarmos uma melhor atitude em relação a nossa vida financeira mas o que mais me chamou atenção e que eu lembro até agora foi aquela que dizia que não há tempo nem coisa que tenhamos em mãos para que conquistemos nosso sucesso.

E que devemos ser organizados e tal…. e no geral tudo me lembrou que precisamos fazer uma aliança com Deus pra que isso tudo dê certo.

O que seria fazer uma aliança com Deus? Seria colocar Deus em primeiro lugar em nossas vidas, oferecendo tudo que fazemos em nossas vidas á honra e glória do Senhor… e não para nossa própria honra e glória…. que o que fazemos deve agradar em primeiro lugar á Deus.

Porque por exemplo, quando a gente faz coisas que agradam á Deus ele nos honra. Porque muito provavelmente nós estamos fazendo a obra de Deus aqui na Terra. Estamos levando a Palavra de Deus á outras pessoas que também necessitam dessa Palavra… por exemplo, quando a gente faz nossa oferta, a gente está agradando á Deus, estamos ofertando a ele assim como os profetas o faziam e essa oferta vai atingir um presidiário, um morador de rua… uma pessoa necessitada… através de programas sociais que a nossa igreja proporciona…

E eu estou muuuuuito animada para receber semana que vem a NOVA Bíblia do Pacto de 2020 do Congresso do Sucesso!!! 😀 eeeee!!! Ela é linda e parece com a Bíblia edição comemorativa dos 40 anos da Igreja Universal! ❤

A gente vai receber ela de graça!!!! São 50.000 exemplares e eu vou estar na reunião das 7h da manhã pra garantir a minha. hahahhahahah #exagerada

Assim… a outra Bíblia de 2019 a gente vai devolver com uma oferta por tudo que Deus abençoou a gente em 2019 e elas serão doadas para outras pessoas.

Acho que a partir de agora eu vou levar um caderninho e uma caneta pro Templo pra anotar as coisas que são ditas na palestra.. porque são muito boas!!! 😀

Eu entendi tudinho mas passa uns dias eu esqueço…. hahahaahaah Mas uma coisa é certa: eu sempre volto de lá MUITO EMPOLGADA!!!!

Faltam 2 semanas….!!!

Olá gente!

Eu to super ansiosa pra minha primeira viagem pra fora do Brasil. O destino escolhido foi Portugal, pois desde que voltei a falar com meu amigo Nando ele me convidou para passar uns dias na casa dele lá em Lisboa.

Eu ia fazer um mega hair no cabelo, ficar loira de cabelo compridão… mas aí eu pensei “ah, quer saber? vou viajar.” O mega hair custava 6k e como ainda estávamos em dezembro eu pude escolher uma passagem pra Portugal pra fevereiro em preço promocional.

Peguei um trecho já fechado, ou seja, tava lá escrito: do dia 4 ao dia 11 de fevereiro e na hora eu nem pensei que dava poucos dias… porque eu viajo dia 4 mas só chego dia 5 lá, e dia 11 já estou voltando…

Pra poder mudar a passagem de volta eu teria que pagar uma multa pra agência e daria algo em torno de 1600 reais e não parcela no cartão, ou seja, quase o preço da passagem cheia. Tá vai… metade porque eu coloquei seguro de tudo.

O Nando tinha me dito que o ideal era passar pelo menos uns 15 dias… mas não vai rolar… dessa vez só vou poder ir mesmo do dia 4 ao dia 11 mesmo. Vai ser uma viagem curtinha.

E também tem que pensar que quanto mais dias passando em Lisboa mais grana eu iria gastar né… então tem que dar uma segurada. Melhor dessa primeira vez ser só os 6 dias mesmo “úteis”. Ah vai… dá quase uma semana. Tô satisfeita.

Desde que eu consiga ver o máximo de pontos turísticos e tirar um milhão de fotos eu já estou satisfeita…

Nisso, eu me empolguei e o Nando tinha me oferecido pra ficar na casa dele… mas eu queria muito alugar um apê no AirBnB pra ficar porque eu queria tirar umas fotos de lingerie além das fotos que eu vou tirar nos pontos turísticos e tudo mais…

Sabe como é que é né, instagrams feed… hahahaha

Tô brincando… a minha maior preocupação era não perturbar o Nando porque ele trabalha e eu não queria ficar dependendo dele pra fazer minhas coisas no sentido de que enquanto ele tá lá trabalhando eu estaria na casa dele, na intimidade dele, e eu iria querer usar meu secador, minha maquiagem, as vezes ia querer sair, sei lá…. queria ficar um pouco mais livre nesse sentido, sabe? Não alugar ninguém. Ter meu cantinho.

Aí se liga no apê incrível que eu aluguei…

 

Lindo, né? Já to me imaginando com as lingeries toda toda nos flashes… hauahauhauah

Mas eu juro que tô me cagando pra enfrentar 22h de vôo nessa porra de viagem! Porque eu morro de medo de avião… por isso que eu nunca viajo.

Pior que nem poder fumar um cigarrinho eu vou poder fumar… malditas leis, leis e mais leis. huahauauhauahuha Já fico nervosa só de pensar.

Mas enfim, aí bateu a neurose das roupas. Que roupas eu vou usar lá em Portugal?

Porque é inverno…. e eu tô meio zerada de casaco… eu tinha comprado uns casacões de inverno incríveis aqui no Brasil no inverno passado e eu tinha até postado foto no instagram dizendo que eram meus casacos de ir pra Europa… – e teve gente duvidando de mim! dizendo “ah não exagera!” – mas era real! Eu realmente tinha comprado aqueles casacos pensando em usar quando fosse viajar pro inverno europeu … parece que eu tava adivinhando! Só que de lá pra cá eu mandei lavar na lavanderia os meus casacos e a porra da lavanderia estragou meus casacos… sabe aqueles de pêlo? então… fuderam meus casacos todos… tanto é que eu tenho um cinza todo de pelinho que eu nunca lavei por medo de estragarem. Eu tinha um verde com rosa maravilhoooooso… estragaram… o azulão… estragaram.

Mas aí eu peguei e assisti esse vídeo:

 

E fiz bem isso… tem pouquíssima roupa na minha mala, peguei tipo 3 calças skinny, uma preta, uma jeans e uma branca e umas camisetinhas… peguei 2 blusinhas de manga comprida e o resto vou mostrar pra vocês:

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Basicamente, por baixo eu estarei com uma camisetinha básica de algodão sendo que eu tenho 4 opções: uma branca, uma preta, uma verde e uma verde limão. Todas elas eu encontrei na promoção – AAAI eu a-do-ro uma promoção! – na Zara por 49 reais cada.

A calça como falei eu tenho 3 opções: uma preta, uma jeans e uma branca. A branca eu já tinha… é uma que eu uso sempre… tem uns rasgadinhos no joelho… a preta e a jeans eu também comprei na PROMOÇÃO da Zara. hahahahha Só a maldita jeans – que ta na foto que não estava na promoção, mas como eu gostei muito dela eu acabei comprando… GRRRR…. Odeio quando as peças não estão em promoção sendo que a loja inteira tá na promoção. ¬¬

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Aí fiz esse lance das camadas… que a menina no vídeo diz que se a gente for ficar na rua batendo perna é uma boa se vestir assim mesmo… porque senão a gente congela. Então comecei com o suéter rosinha… e tem outro suéter marsala que tá na mala pra usar como outra opção.

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Mas os suéteres nem vão aparecer porque meu casaco mais quentinho é esse do Direito… esse moletonzinho da vida! hahahahahhaha e eu vou com ele pra zoropa. hahahahahha

e por cima dele… tcharãm….

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O casacão azul que duvidaram de mim!!! e que tá meio estragado. hauhauahuhauahau Os pelinhos dele eram muito mais incríveis. Mas tá dando pro gasto.

Ok, não é nenhum look de blogueira famosa mas tô parecendo exatamente o que sou: uma estudante. hahahah ❤

A mala tá levinha… nem vou comprar bota de pelinho coisa nenhuma… vou de tênis memo e que se fouda… tô levando um gorrinho que eu comprei no camelô da porta da faculdade no final do ano passado… huahuahauhau de tricôzinho branco… por 15 reais!

luvas? compro lá… aqui no Brasil é muito caro.

Cachecol? Não to achando pra vender aqui no Brasil em plena coleção de Verão nas lojas… compro lá…

Eu tava surtando com essa história de looks, de casaco… de suéter … disso e daquilo… mas quer saber? O importante é não passar frio e na moral.. eu vou estar na Europa pela primeira vez na vida!!!! Eu quero mais é curtir o local, tirar fotos, ver o que a cidade tem pra oferecer e não ficar escrava de looks pra foto. #Deusémais

A única coisa que eu realmente comprei e gastei um din din a mais foram as lingeries pra tirar foto nesse puta apê. Sensualizar né amores? Se não fosse pra ficar pelada eu nem ia. hahahhaahaahah

Tá… talvez eu me empolgue um pouquinho por lá… na Zara, na Uniqlo de lá e compre um casaco novo… mas sei lá… não quero gastar dinheiro com essas coisas não.

Talvez seja mais necessário eu comprar uma segunda pele térmica do que um casaco propriamente dito.

Mas se for barato… aiaiaiaiiaiaiaiaiaiiaaiiaiiaiaii

E bonito… aiaiaiaiiaiaiiaiaiaiiaiaiaiiaiaiiaiiai

hauhauahauhauahua

XD

Por mim eu já entrava nesse avião A-GO-RAAAA!!!! Porque pronta eu já estou. hahahaha

gente… é muita ansiedade. Eu queria estar lá já… sabe?

Mas… vamos ter mais 2 semaninhas de espera. Acho que overall tá tudo certo… passaporte, documentos, falta imprimir o ticket da passagem, falta comprar o cadeado da mala, arrumar a mochila com meus objetos de beleza e higiene pessoal e arrumar a bolsa que eu vou ficar passeando por lá… fora isso… tá tudo Ok.

Alguém tem alguma dica de como perder o medo de avião?

Deixa aí nos comentários!

Beijos,

Mah :*

Pensando…

Muito loko esse negócio de marketing nas redes sociais…. tipo quer queira ou não, a gente não foge do que a gente é. A gente pode tentar passar uma imagem disso ou daquilo mas no final, o nosso engajamento, a nossa audiência vai bombar de um determinado jeito e a gente não tem como muito fugir disso.

Essas últimas temporadas foram um pouco movimentadas pra mim lá no instagrams… Assim que terminou o semestre eu só queria uma coisa: extravasar…. sabe quando tu quer dar uma resetada na mente?

Sério … olha a minha cara de acabada no final do semestre:

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tipo, com quilos de maquiagem na cara pra esconder as olheiras, o cabelo parecendo uma vassoura de piaçava … e a expressão facial de #morta.

Isso porque eu estava indo participar do tal Congresso lá que eu ia participar pela primeira vez na vida… mas eu tava já tão surtada que eu tava de novo ouvindo vozes, lelé da cuca, surtadinha mesmo, sabe? E tipo, foi barra e eu tava só o pó.

Eu lembro que a única coisa que eu pensava era “Quero ver quando for no 7º semestre” por que aí a grade vai ser cheia, vou fazer todas as matérias e se eu já tô pirando fazendo 4 matérias, grupo de estudo, curso, congresso, seminário… putaqueopariu…. imagina quando for no 7º que eu vou fazer 5 matérias e sabe-se lá mais o que…

Nisso veio o final das aulas. Acabaram as aulas. E tudo o que eu queria era meter o pé na jaca… porque do nada eu melhorei… parei de ouvir vozes, parei de ficar perturbada com tanto estresse e tava bem de novo daí eu falei Pronto! Hora de curtir um pouco.

E comecei a tirar umas fotos bem na de loka mesmo…. eu falava com meus amigos “Gente, bora pra Paulista tirar umas fotos de calcinha e sutiã?!” e ninguém queria ir comigo… achavam que era uma loucura… Nisso eu falei Quer saber? Ninguém quer ir comigo? Então foda-se eu vou sozinha. Catei duas cervejas, cigarro, me ” vesti” e fui de uber pra Paulista 4 da manhã decidida que ia tirar as fotos. Ah! e levei o meu tripé caso eu não encontrasse ninguém pra bater as fotos pra mim.

Aí daí pra frente eu comecei a fazer umas fotos bem malucas por onde eu ia… sempre vestida com uma lingerie, ficando pelada nos lugares que eu ia, pelada não né, de lingerie… mas em lugares inusitados. E fazendo role de doido no meio disso tudo.

Foi dahora!!!! Fiz novas amizades, conheci uns bofinhos, dei uns beijos na boca…. usei umas drogas hahaahahah mano…. eu lembro que chegou um dia e eu não conseguia usar mais o meu cérebro. Eu fazia força pra raciocinar e era difícil. Tipo assim… queria resetar a mente? Pois consegui.

Me lembrou aquela Skol Beats que tinha um letreiro gigante no meio da rave ás 5 da manhã: “A essa hora o meu cérebro já não serve mais pra nada”.

TENSO.

E fui publicando as fotos no insta e tal… e o engajamento foi subindo de uma forma muito loka… tipo geral curtindo, comentando, vindo falar comigo… pedindo meu whatsapp…

Mas eu sempre fico com receio de ser tão porra loka assim, de mostrar esse meu lado nas redes por conta da profissão. Direito e tal…. tá ligado nos instas das advoguetes? Das minas já formadas e que já atuam no mercado? Maaaaano… elas são completamente diferentes de mim.

Tudo chic, elas são lindas também que nem eu e pá mas mano…. ok tô na faculdade ainda não tem nem comparação o perfil delas com o meu… mas cara… elas não postam fotos que nem as minhas não hahhahahahaha é tudo foto internacional, foto com roupas caríssimas em cenários deslumbrantes… e claro, dá-lhe fórum.

Mas o que eu tava querendo dizer é justamente o lance do marketing digital… que tipo … quando eu tento segurar a onda, manter uma linha de menina saudável, estudante de Direito, COMPORTADA, sabe? A coisa não vira.

Sei lá, não sei o que acontece. Não gera engajamento… não gera curtida, nem comentário, nem like, nada. Simplesmente meu público me abandona. Porque na real nego tá cagando se eu to na faculdade ainda e o que eu faço em relação aos meus estudos. Isso não gera engajamento.

Aí eu posto foto lá de calcinha e sutiã no meio da avenida paulista toda vida loka… aí gera.

Porra. caralho. que raiva.

O marketing pede pra eu ser vida loka.

E ao mesmo tempo eu to lá na faculdade procurando estágio e morro de medo de um RH de empresa olhar minhas redes sociais e pensar “Essa mina é doida!”

Uma coisa boa foi que ao mesmo tempo eu procurei cuidar da aparência, ficar bonita… ficar bem na foto. E a minha foto favorita é essa:

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E tipo eu fico pensando nessas coisas de posicionamento … de imagem e tal… e fico meio chateada que tipo só gera engajamento quando eu to pagando de gostosa, de vida loka… aí eu entro no twitter e é cada post cômico que eu leio no melhor sentindo “trago verdades” mas com um bom humor escrachado típico de jofens …. Jesus…

E ao mesmo tempo eu queria mesmo era tá lá… falando de Direito Penal no Youtube, com uns vídeos fodões, todos profissas, toda linda, mostrando que além de bonita eu sou inteligente sabe? Eu manjo dos paranauê.

Ah! e nunca divulguem suas estatísticas, pois parece que a galera depois que vê suas estatísticas resolvem te abandonar e te deixar no limbo do engajamento. Já aconteceu isso comigo 2 vezes. #BabyComeBack

Nisso…. eu to um pouco de saco cheio de ser o perfil “da gostosa” do instagram, saca? Que só gera engajamento se tiver meio pelada… >=[

Ahhhpaputaqueopariu.

Pelo menos esse engajamento me gerou novos seguidores no youtube, mas eu queria mesmo que os novos seguidores tivessem sido orgânicos, tivessem chegado até mim através dos vídeos que eu postei mesmo.

Que as pessoas tivessem visto meu conteúdo, se interessado pelo meu conteúdo e com isso tivessem passado a me seguir. ❤

CONTEÚDO é vida! ❤

Mas não…. nego quer saber de mim de calcinha e sutiã…. vida loka… e nem pra eu ser assim eu sou:

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Sabe? MO-DE-LO… das pernas finas, 1.80 de altura, sorriso branco, Olívia Palito… tá ligado? Que vai bombar fazendo foto.

Então mano, WHATS THE FUCKING POINT? Não… porque a gente tem que monetizar de alguma forma… e se eu ficar fazendo essas fotos não vai me gerar uma parceria pra fazer campanhas fotográficas, pra marca nenhuma… por que né? convenhamos…. Qual é a GRAÇA de ser um perfil de uma mina “pelada” do instagram?

E ao mesmo tempo eu tô lá mostrando minha rotina de estudos, surtando, ouvindo vozes, e NINGUÉM se interessa por isso.

Não to dizendo que eu não seja bonita mas porra pera lá né…. só tem graça se fica pelada?

E o que eu tenho pra dizer… foda-se?

Caralho viu. Marketing de merda.

Post Gratidão pelo ano 2019.

2020 chegando…. dia 7 de janeiro já a essas horas da matina… mas desde ontem eu já estava com essa ideia na cabeça. De fazer um post #gratidão pelo ano de 2019 já que estamos começando o ano de 2020 a todo vapor.

Acho que uma das coisas mais emocionantes que aconteceram ano passado foi minha mãe ter e recuperado do estado de saúde dela. Passamos por uma barra pesada desde que ela adoeceu até ela se recuperar e hoje, já recuperada, ela inclusive tem feito de tudo pra melhorar até a alimentação dela pra poder manter a saúde em dia.

Consegui voltar pra faculdade que eu tanto queria, que era a faculdade de Direito e lembro que no início do ano de 2019 eu ainda não sabia se estava fazendo a coisa certa, pois como vocês sabem, antes eu estava fazendo o curso de Design Gráfico e minha dúvida era se eu fazia uma faculdade mais barata só que de design mesmo ou se eu voltava pra faculdade de Direito…. e eu acabei voltando pro Direito. E não podia ter feito uma escolha melhor … me sinto hoje mais realizada com o curso e feliz. No final do ano eu vi que tinha conseguido terminar várias matérias que tinha por fazer e tinha tirado só nota boa….

Fiz grupo de estudo, fui aprovada no curso da USP, fiz entrevista pro Mattos Filho, participei de um Congresso de Iniciação Científica… uffa… foi tanta coisa legal que aconteceu que eu só tenho o que agradecer! 😀

E orar pra que 2020 seja um ano melhor ainda que 2019!

 

Escola Clássica.

Bom pra começar eu queria contextualizar o momento em que se dá o início de tudo isso…. lá na Grécia Antiga, pensadores como Sócrates, Platão e Aristóteles já pensavam no crime mas a criminologia não era uma matéria autônoma pois o crime era estudado em matérias como a Ética e o Direito.

A Chamada Escola Clássica ou Criminologia Clássica foi responsável por fazer uma sistematização em torno do crime e tornou assim a matéria autônoma.

A criminologia Clássica surgiu durante o Iluminismo e retirou seus conhecimentos desse movimento intelectual e também importante momento histórico em que imperavam a razão, a liberdade e o humanismo. Nesse contexto percebe-se que a preocupação dos estudiosos era dar um caráter mias humanista e proporcional àquele que cometesse um crime, afastando-se aquelas ideias de suplicio para o criminoso, o que estava muito em voga no período da Inquisição. De nada adiantaria impor ao criminoso um sofrimento desproporcional, pois o que se deve buscar é a aplicação da pena como forma de exemplo para os demais não delinquirem.

Então migles, o Fauerbach vai dizer que uma necessidade de coação psicológica dentro do Estado e que isso se dá pela união da vontade e da energia dos indivíduos que proporciona o fundamento da sociedade civil para garantir a todos uma liberdade recíproca. Por que por exemplo a gente vive em sociedade harmonicamente respeitando as leis do Direito e deixando de fazer nossas vontades, a gente abre mão de parte da nossa liberdade.

E toda forma de lesão jurídica contradiz o Estado, ou seja, o Estado tem que criar institutos para prevenir as lesões jurídicas e as instituições que cobram as criações desses institutos por parte do estado são sem duvida coercitivas, exigindo dele coerções físicas por parte do estado que visam bloquear essas lesões jurídicas de duas maneiras: primeira: com anterioridade quando impede uma lesão a alguém ainda não consumada ou segundo posteriormente á lesão obrigando ao ofensor a reparação.

Mas de qualquer modo a coerção física é insuficiente para impedir as lesões jurídicas tendo que a coerção previa só é possível quando se tem como orçamento um fato real que permite ao Estado reconhecer a certeza ou probabilidade da lesão. (como no caso da coerção para obtenção de garantia).

A coerção posterior por sua vez só é possível quando já se pressupõe a lesão jurídica sendo seu objeto a obtenção de um bem como reparação. Devido a isso, a coerção física não é suficiente para a proteção dos direitos irreparáveis, porque aqui a única coerção previa possível dependerá do conhecimento anterior e totalmente eventual da lesão, como tão pouco é para a proteção dos direitos reparáveis, porque com frequência se tornam irreparáveis enquanto a coerção anterior também possui orçamentos eminentemente acidentais a esse respeito.

Se de todas as formas é necessário que se impeçam as lesões jurídicas, então deverá existir outra coerção junto á física, que antecipe a da consumação da lesão jurídica e que provindo do Estado seja eficaz em cada caso particular, sem que requeira o conhecimento prévio da lesão. Uma coação desta natureza só pode ser de índole psicológica.

últimos estudos pro último encontro do GEA. :)

A visão que se tornou o ponto central do funcionalismo americano foi a teoria de que a psicologia não tem como meta a descoberta dos elementos da experiência, mas sim o estudo sobre a adaptação dos seres humanos ao seu meio ambiente. A função da nossa consciência é guiar-nos aos fins necessários para a sobrevivência.
Bem jurídico: é o bem tutelado pelo direito penal, que será de máxima importância para a convivência pacífica humana.

 

Como que eu vou harmonizar o jus puniendi – que é o poder de punir do Estado – com o meu uis libertatis – que é minha expressão de liberdade de me comportar infringindo ou não as leis penais sendo que o conceito de bem jurídico ainda não é um ponto pacífico na doutrina? No Direito Penal?

 

A crítica do funcionalismo psicológico:

 

Como pode ser visto acima, o programa de funcionalismo psicológico consiste em duas partes intimamente ligadas, a saber: mentalismo (a concepção da mente como substância) e a concepção causal da conduta (ou seja, a concepção da conduta em termos de crenças e desejos).

 

Não obstante a conexão interna desses dois elementos, a que se acaba de fazer menção, é preferível fazer uma análise separada.

 

  1. O mentalismo

 

A crítica de Putnam

 

Putnam definiu o mentalismo como “a última expressão de uma tendência mais geral na história do pensamento, a tendência a pensar que os conceitos são entidades da mente ou o cérebro cientificamente descritível ( psicologicamente reais).

 

A partir dessa ideia, há cercado uma série de objeções ao mentalismo que, procedendo de quem pode atribuir-se a paternidade do programa funcionalista, constituem um sério desafio a sua plausibilidade. (incluindo a sua plausibilidade remota).

 

  1. O holismo do significado

 

A ideia que o significado é holístico, (isto é, a ideia de que as palavras e as orações não podem confrontar-se com seus objetos uma a uma, senão através de corpos completos de enunciados) se atribui geralmente a Quine, embora tenha por trás disso uma longa história, a que ele próprio se encaminha.

 

Essa ideia, segundo Putnam, se opõe, em primeiro lugar “as tentativas positivistas de mostrar que todos os termos que podemos compreender podem ser definidos a partir de um grupo limitado [os termos observacionais] E consequentemente, se opõe á tendência segundo a qual a definição é o meio pelo qual se explica ou se fixa o significado das palavras. Frente á definição dos termos por meio da especificação do objeto a que se fazem referência ou através de um sinônimo que se fala, desde Bentham, do procedimento que ele denominou paráfrase (a definição contextual) que consiste em mostrar por qualquer que seja os meios para traduzir as sentenças com que se deva usar-se os termos.

 

E, em segundo lugar, torna-se incompatível com a ideia de que o significado de uma oração possa determinar-se por uma regra que estabeleça que situações empíricas pode afirmar-se a oração, pois qualquer classe de oração precisa ser interpretada antes de prosseguir o confronto com a experiência.

 

  1. o caráter contextual e interativo do significado

 

O significado dos termos depende de sua referência objetiva em um mundo público: se estabelece, na interação com outros oradores e não pode vir determinado por representações mentais privadas. Bem talvez o orador veja coisas azuis verdes, ou coisas verdes azuis; mas, se seus termos de azul e verde coincide com os dos demais, sua sensação particular não desempenha nenhum papel na constituição do significado dos termos que emprega.

 

E o mesmo acontece se, do uso dos termos, passamos para as das orações. Como assinala Quine “a velha tendência de associar as sentenças de observação com uma matéria sensorial subjetiva é deixada um tanto tingida de ironia quando refletimos que se estima assim mesmo que as sentenças de observação devem ser um tribunal de intersubjetivo das hipóteses científicas.

 

Parece que participa a razão de Davidson quando conclui que o único objeto que cumpriria os requisitos gerais de estar diante da mente e determinar também qual é o conteúdo de um pensamento teria que, como as ideias e impressões de Hume, ser o que parece e parecer o que é. Não há tais objetos, nem públicos nem privados, nem abstratos nem concretos.

 

  1. A historicidade do objeto

 

Para que nós possamos fornecer um repertório inato de noções, que incluem carburador, burocrata, energia potencial, etc., como o exige a versão fodoriana da Hipotesis do Inato, a evolução teria que ter sido capaz de antecipar todas as contingências dos entornos físicos e culturais futuros. Obviamente não fez nem faria.

 

Nenhum aprroach funcionalista parece poder superar totalmente as objeções descritas. E em qualquer caso, todos os funcionalismos prosseguem na prática de cabeça pra baixo do que prescrevia seus programas epistemológicos: não deduzem as linguagens naturais do conhecimento da “lingua mentis”, senão que, do conhecimento das linguagens naturais, inferem a existência de uma “lingua mentis”, com que esta deixa de ser uma entidade, cuja percepção interna nos facilita o conhecimento das linguagens públicas para converter-se em linguagem metafísica, que visa explicar como saber o que, é claro, de outras maneiras, sabemos.

 

E isso é bem, não parece ser de outro jeito, a lingua mentis parece ser um bom candidato para receber um corte de navalha de Occam.

 

 

  1. Apogeu e Crise do Mentalismo

 

Se o mentalismo, como atitude teórica, tem podido manter-se, e prevalecer ao longo do tempo é porque no seio da tradição cientificista empunha uma resposta para o problema da subjetividade e consequentemente, e para ele – no menos árduo – da tradução.

 

Porque a concepção substancial da mente, até agora exposta e criticada não se esgota na afirmação de que a mente é uma substância, senão que comporta as afirmações derivadas – embora não possam, sem mais deduzir-se da primeira – de que os estados da mente são estados da substancia mental y de que o acesso privilegiado de que cada sujeito tem a seus próprios estados mentais implica uma experiência interna, na que lhes são dadas as características de sua própria substancia mental.

 

Partindo da ideia de intencionalidade da consciência (formulada por Bretan e Husserl) pode expor-se com claridade a troca na concepção da mente envolto nas ideias – já expostas – de que o significado se refere ao mundo público e é histórico e interativo.

 

A consciência é intencional porque é a consciência de um objeto. E a questão anterior é que se trata de um objeto na mente. “Todo objeto em geral”, disse Husserl, “significa uma estrutura regular do ego” transcendental. Como objeto de sua representação, como objeto de sua consciência e, por mais que seja, significa, no momento, uma regra universal de todas as outras consciências possíveis dela, possíveis dentro de um tipo predeterminado em sua essência.