Mais algumas referências boas de Estamparia…

Laura Slater

 

Stephanie Lawton

 

Destaques de Milão. Alberta Ferretti.

No primeiro dia de semana de Moda de Milão, quem se destacou por cores fortes, drapeados, laços e sobreposições espertas de ton-sour-ton e looks monocromáticos foi Alberta Ferretti com sua coleção Outono-Inverno 2011/2012.

Ela também apostou no preto como de costume mas com transparências provocantes e com direito a mais drapeados.

As botas de veludo brilhoso ficou incrível no stylin’.

 

 

 

 

 

 

Um LUSHO!

O Militarismo seria o Novo Safari?

Vamos às imagens:

ESTILO SAFARI

Se quiser um estilo mais puxado pro Safari escolha:

* Tecidos mais fluidos e brilhosos.

* Botões grandes como fechamento de Trench Coats e Chemisiers.

* Chapéus com abas largas e arredondadas.

* Combine com Estampas florais, orgânicas ou de bichos selvagens (onça, serpente, girafa, …)

* Nos pés garanta suas rasteiras e maxi bijoux como acessórios! Com muita cor e pedraria.

xoxoxoxo

 

ESTILO MILITAR


Se quiser um ar mais puxado pro Militar procure por:

* Tecidos mais durinhos! Estrurados! Pesados.

* Ombreiras.

* O ponto alto aqui é usar ESTE VERDE .

* Lembrar de usar Dragonas!

* COTURNOS!

* Acessórios repletos de tachas e muito couro!

* Fechamentos Orientais nos Trench Coats e Chemisiers.

 

Jean-Paul: Eco Friendly.

Em parceria com a Melissa – Plastic Dreams, o terrible enfant da moda francesa, Jean-Paul Gaultier lança seu stiletto 100% reciclável. Isso o coloca junto a sua colega Vivienne Westwood no clã dos estilistas com a missão de tornar os sapatos de plástico em objetos de desejo.

Meus pés ficam extremamente suados com esse tipo de sapato. Sorry, Melissa…

Banksy na Moda.

Vocês conhecem o Banksy, ne? Aquele “cara” que ninguém sabe quem é até hoje, artista anônimo que coloca stencils e lambe-lambes em muros de Londres com mensagens políticas e de críticas sociais… então, ele agora pode ser encontrado em t-shirts e hoodies pelo site http://www.teesontap.com/

Minhas peças preferidas são:


Call it Big!

Pense em drama, em sofisticação, em tamanhos grandes, em impacto e beleza.

Aí sim, você pensa: Ziad Ghanem.

Esse estilista libanês que vive em Londres é certamente o que há de mais fresco na Moda atual. Seu ready-to-wear inspirado no underground, em elementos étnicos e originalidade lança mão de materiais recicláveis e eco-friendly para ter uma pegada de exclusividade barroca.

Em seu desfile Couture de outono/inverno 2010, Zaid colocou nas passarelas tipos exóticos como a modelo de cabeça raspada bem careca mesmo e muito tatuada, a mulher super gorda e os modelos negros bonitões com ares geométricos. Há quem diga que sua característica principal foi mostrar a androgenia misturada a um visual alienígena-intergalático-zumbi.

As fotos de sua coleção sintetizam bem seu conceito e falam por si próprias.

Último dia…

Exposições na Caixa Econômica Federal na Praça da Sé.

em cartaz _ 01

E pra ir no embalo vou ouvindo no meu iPod o som da Little Boots, que tem uma foto dela no myspace usando o mesmo vestido que a Karen O usou na matéria da NYLON do mês passado do Alexander McQueen.

 

karenO

Karim!

Karim Rashid, renomado designer de nossa geração virá a São Paulo para dar uma palestra em parceria com a Escola São Paulo no dia 3 de agosto.

Agora o mais surpreendente é o precitcho: 50 reais.

É muito barato! eeee!

karim-rashid

Gotta Work It!

E dando sequência ao post anterior resolvi postar alguns dos trabalhos de desenvolvimento de coleção que está sendo feito nesse semestre.

Lápis, papel, vetor, cola, tesoura.

Depois de quebrar a cabeça pra definir o shape de acordo com referências da metade do século XVI , no período de Luís XIII, chegou a hora de coordenar as cores. E para me ajudar a formular a cartela contei com a ajuda do ColourLovers.com

Pra quem ainda não conheçe, a dica está dada. Enjoy 😉

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Nebula

Então.. continuando…

Vou explicar: os primeiros 12 desenhos pra coleção deveriam ser conceituais, mais loucos mesmo.

Daí, a partir disso tivemos que criar mais 24 desenhos ainda conceituais porém usáveis. Dessa vez não de croquis mas das 24 peças separadas e divididas em blocos.

Até aqui tudo ok.

Agora tivemos que desenvolver mais 50 desenhos, no mesmo esquema dos 24 anteriores mas que os completam.

Ok.

Chegou a hora de coordenar a coleção tanto formando looks quanto combinando as cores.

Pra fazer a cartela de cores devemos escolher imagens que representem todo o conceito da coleção de acordo com tudo aquilo que pesquisamos láááá no comecinho sobre o tema, que como já disse é o Renascimento, que ocorreu na metade do século XVI durante o reinado de Luís XIII.

A imagem escolhida pra formular esse conceito, que já vinha desde lá do comecinho do século XVI com Da Vinci, Michellangelo e Sanzio com suas pinturas de caráter religioso e as inúmeras novas descobertas e novos questionamentos sobre o universo ao redor daquela sociedade, fica ilustrada de tal forma:

Nebula

Original Artfacts.

Essa semana descobri o designer americano Matt W Moore na revista Computer Arts e fiquei maravilhada com o estilo das peças dele. Segundo o próprio, suas inspirações são a “geometria abstrata, combinações de cores vibrantes, composições dinâmicas, profundidade e contraste”.

Dá só uma olhadinha no trabalho dele:

mattwmoore

Matt Moore tem 2 décadas de experiência em desenho e pintura e resolveu criar em 2004 a série VectorFunk Series 1 e as ferramentas que utiliza são Illustrator, lápis, papel, tinta aquarela, papel para origami, estilete, cola, tinta acrílica e tinta enamel, além de uma tela em braco.

Na reportagem ele explica as possibilidades, principalmente com as cores e o fazer e desfazer quando se trabalha com desenho digital.

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O mais bacana dessa revista é que vem com umas páginas sobre como fazer certos efeitos ou um tópico parar criar alguma coisa em softwares específicos.

Nessa parte, seleciono o ilustrador Ben The Illustrator que comentou sobre como usar a ferramenta blend.

E em especial, o Eric Carl que ensina como fazer colagens digitais absurdinhas onde mescla o universo da Moda e do Design como forma de expressão. Ele utiliza temas de caráter político e mescla elementos do passado, distorcendo e retrabalhando para surgir com algo mais autoral.