Geeeeente!!! Olha o que eu achei!!!

Um pacotão com 30 mil petições de acordo com o Novo CPC e a Nova CLT!!!!
Que demais!!!! Quero comprar agora!!!! 

Se liga nisso:

Anuncio30mil


O choro é livre. :~ E eu já desidratei.

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Tentei entrar com o máximo de recurso possível em cima das questões de prova.

Mas sinceramente eu acho um ABSURDO esse tipo de prova.

Cobrar nomenclatura do Pedro Lenza de classificação da Constituição em Ontológica sendo que em sala de aula o Professor nunca deu esse tipo de nomenclatura pra gente.

E por aí vai… Competência Privativa da União em legislar sobre Direito Urbanístico?! Oi?! Fala sério!!! QUANDO que falaram isso pra gente em sala de aula??? NUNCAAAAA!!!

E cobrar isso numa porra de uma prova dessas. Sério … é pra gente se cagar de raiva mesmo!!!!

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E quem trancou o curso e voltou agora e teve aula de Direito do Trabalho ANTES da Reforma? Faz como pra responder às novas questões?
Começa a faculdade toda de novo?

Não faz sentidooooo essa provaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!! É injustaaaaa!!! É mal feitaaaaa!!!!
A aplicação dela só SERVE PRA FUDER OS ALUNOS!!!!

E o pior!!!!: Eu ainda PAGO por isso.

Sobre o dia de hoje…

Hoje eu consegui comer uma alimentação mais saudável 😀 eeeeee!!!!

 

E fiquei com a seguinte dúvida em relação á produção de leis penais e processuais penais no nosso ordenamento jurídico… 🤔

Porque por exemplo o Min. Sergio Moro propôs o Pacote Anti Crime, mas quem pode intervir nesse Pacote é o Congresso Nacional… mas e o judiciário atuando em controle prévio de constitucionalidade lá no processo legislativo de normas constitucionais? Se essas normas versarem sobre normas penais? como funciona? 

Tá… daí fiquei com essa dúvida… nisso eu faltei aula hoje de Direito do Trabalho pra ficar em casa estudando pra prova de amanhã… mas eu to me arrastando pra estudar. 😫

Tô de saco cheio de tanto ler e não concluir matéria nenhuma e parece que quanto mais eu leio mais coisa tem pra ler…

O cronograma da prova de amanhã é o seguinte:

Civil:

  1. Direitos Reais e Propriedade Intelectual
  2. Parte Geral
  3. Obrigações e Responsabilidade Civil
  4. Contratos
  5. Família e Sucessões

Processo Civil:

  1. Recursos
  2. Teoria do Processo
  3. Processo de Conhecimento

Direito Penal:

  1. Penal I 
  2. Penal II
  3. Processo Penal

Direito Constitucional:

  1. Teoria Geral do Estado
  2. Introdução ao Estudo do Direito
  3. Filosofia do Direito
  4. Direito Constitucional I
  5. Direito Constitucional II

Direito Empresarial:

  1. Direito Empresarial I
  2. Direito Empresarial II

XOXOOXOXOXOOXOOXOXOXOOXXXOXOXOXOXOXOOXOXOX

Então, as de rosa foram as que eu já estudei até agora… sendo que Reais e Obrigações é o que eu estou tentando estudar nesse momento ao mesmo tempo pois elas se distinguem e se complementam. São assuntos análogos.

As de laranja eu tentaria resolver exercícios porque eu acho que eu teria facilidade com essas matérias… mas tem que resolver uns exercícios pra ver como está meu desempenho.

E todas as outras são coisas que eu ainda teria que ver. 😢

Bom, pelo menos deu pra ver agora que em 6 dias eu estudo essas matérias, pois estou estudando desde quinta passada… e hoje é segunda feira… e ainda tem amanhã, terça feira pra estudar antes de ir pra prova. 

Então, eu já estou me preparando pra ir pra prova sem o domínio do conteúdo completo… mas pelo menos agora eu já tenho ideia de quanto tempo eu precisaria pra ver pelo menos o início da matéria que seriam de pelo menos 6 dias.

Porque cansa né, gente? Todo dia estudar umas 4 horas, lendo, resolvendo exercício… é cansativo… então não dá pra ficar 14h todos os dias e acabar com os assuntos de uma vez só… eu pelo menos tô vendo que por dia eu consigo ficar no máximo umas 4h horas rendendo bem. Lendo, fazendo resumo, resolvendo questão… mas é isso… pra início de matéria pelo menos 6 dias. Estudando todos os dias.

XOXOXOXOXOXOOXOXXOXOOXOXOXOXXO

Minha mãe também disse que eu preciso relaxar pra não ficar tão tensa na hora da prova e colocar na minha cabeça que eu não preciso fazer as coisas que estão acima do meu limite…

Eu prefiro dizer que tudo é questão de planejamento. HAUHAUHAUAHUAHUA

Tá.. não deu pra fechar o conteúdo nesse semestre pra prova desse semestre, ok. Mas no próximo semestre tem essa prova de novo… daí o que que eu fiz… to anotando aqui no blog como foram as etapas do processo de aprendizado pra quando chegar no semestre que vem eu começar a estudar pelo menos com 20 dias de antecedência. Que daí é mais provável que eu feche o conteúdo. Basta conciliar a agenda. E sacrificar feriados e festas.

Por que né? Eu mal cheguei de viagem, tava com cabeça zero pra estudar e pra piorar ainda teve carnaval… aí ferrou tudo. 😢

Preciso me dedicar mais agora nos estudos e botar pra quebrar. 

XOXOXOXOOXXOOXOXOXOOXOXOXOOXXOXOXOXOOXXOXO

Talvez eu precise de uma estratégia mais sniper pra prova de amanhã…

acho que vou terminar de estudar Reais e Obrigações e as outras matérias que eu ainda tenho que ver eu vou selecionar uns tópicos mais relevantes e fazer uma revisão. Ao invés de querer ver toda a matéria que não vai dar tempo…. eu pego e vejo alguns assuntos, de tudo o que falta, que sejam mais relevantes e relembro dessas partes. E pelo menos vou assim sabendo alguma coisa… tipo um pouquinho de tudo… das coisas mais importantes… e o que eu não souber eu REZO pra não cair. HUAHAUHAUHAUAHUAH

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Mas o mais importante de tudo é confiar no meu taco.

Porque as matérias de Processo Civil eu sou boa. Eu só precisava tirar um mofinho da memória…. tipo relembrar umas nomenclaturas, umas maneiras como se dão as coisas… detalhes… mas no geral eu sei bem essa matéria.

Empresarial é que eu não lembro de nada… já faz tempo que eu dei essa matéria…

Penal eu também sou boa… mas quanto mais a matéria vai especializando eu vou tendo dificuldade…

Constitucional… a mesma coisa…

E Civil é um Mundo á parte né… pq cada matéria é um livro enorme, cheio de regras, nomes, … aí é foda.

aiiiiii…. deixa eu ir nessa que ainda tem muito trabalho a ser feito. 😦

Eu tenho 25 questões pra acertar amanhã…. 25 bolinhas pra marcar no quadradinho certo. 😂 Jesus… me ajuda. çocoooorrrr

A quem pertencem as tatuagens? – Uma análise do direito autoral das tatuagens exploradas comercialmente por terceiros. |Por Matheus Vinícius Aguiar Rodrigues.

O tatuador pode modificar a tatuagem mesmo depois de esta ser impressa na pessoa tatuada (art. 24, inc. V, Lei nº 9.610/98)? O tatuador pode reivindicar a integridade da tatuagem, impedindo que esta seja alterada, modificada ou extinta pelo tatuado (art. 24, inc. IV, Lei nº 9.610/98)? O tatuador pode impedir que o tatuado disponha, comercialmente, a imagem do seu corpo com a tatuagem no qual aquele detenha direitos autorais patrimoniais sobre a obra (art. 37 da Lei nº 9.610/98)?

James Hayden é um dos tatuadores mais prestigiados por atletas que buscam registrar homenagens e momentos pessoais em seus corpos. Quando procurado por LeBron James, o artista não hesitou ao criar três obras, devidamente registradas pelo artista no sistema de copyrighting norte-americano, e ao tatuá-las no corpo do jogador. “Gloria Design” é uma homenagem à mãe de LeBron, eternizada no ombro direito do jogador; já a “Lion Design” aparece tatuada no peito de LeBron; por fim, destaca-se, ainda, o desenhado registrado como “Shoulder Stars”, que aparece no ombro esquerdo do jogador:

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Crédito: James Hayden

Posteriormente, essas tatuagens foram recriadas e reproduzidas digitalmente nos jogos desenvolvidos pela NBA 2K Games, após o próprio LeBron James ceder os direitos relacionados a sua imagem para a produtora do jogo:

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Não obstante, isso não impediu que o próprio tatuador pleiteasse judicialmente os direitos autorais sobre as tatuagens recriadas graficamente no jogo. Esse não é o único caso judicial sobre o tema. Diversos outros tatuadores e empresas que compraram os direitos autorais sobre as tatuagens passaram a processar produtoras de jogos, como a 2K Games e a EA Sports, que desenvolvem os principais jogos esportivos virtuais na atualidade. Nesse contexto, destaca-se, ainda, recente matéria do NY Times que reacendeu a discussão nos EUA ao ser categórica afirmando que “os atletas não seriam proprietários das suas tatuagens” e que isso seria um “problema para os desenvolvedores dos jogos virtuais”.

Não há nenhum precedente nacional ou nos EUA sobre a matéria, tendo em vista que a maioria desses casos terminam em acordos entre as partes litigantes. Não obstante, em um dos casos que envolvem as tatuagens do LeBron James, o juiz federal de New York rejeitou a “motion to dismiss” apresentada pela produtora 2K Games, devendo sentenciar o caso em breve.

Antes de aduzir e apresentar considerações sobre a titularidade e o exercício do direito do autor das tatuagens exploradas comercialmente por terceiros, cabe estabelecermos alguns pressupostos que irão aclarar e delimitar a polêmica judicial.

Inicialmente, se esclarece que i) não há polêmica quanto às possibilidades de exploração comercial ou quanto ao uso da tatuagem em público pelo próprio tatuado. Admite-se que o negócio jurídico de compra e realização da tatuagem é imbuído, ainda que implicitamente, por uma licença que permite aos tatuados (apenas) o uso e a fruição da obra de arte realizada pelo tatuador. A polêmica se restringe quanto à recriação comercial realizada por terceiro da tatuagem protegida pelo direito autoral do qual não houve cessão do elemento fático-jurídico da “disposição” da obra por parte do autor/tatuador.

Além disso, a polêmica não alcança todas as tatuagens, apenas aquelas entendidas como obras intelectuais, decorrentes da “criação de espírito” do tatuador, à luz da proteção e da exegese constante na Lei nº 9.610/98 e na Convenção de Berna, da qual o Brasil é signatário (Decreto nº 75.699/75). Portanto, necessariamente, para ser protegida pelo direito autoral, a tatuagem deve pressupor a autoria de um trabalho artístico original e inconfundível. Desse modo, enquanto a obra “Gloria Design” acima indicada se enquadraria na proteção da legislação brasileira, as simples inscrições “Ousadia e Alegria”, no perna do jogador brasileiro Neymar, não detêm a proteção da legislação brasileira sobre direito autoral. Em síntese, portanto, ii) não se trata de toda e qualquer tatuagem, a polêmica judicial se circunscreve àqueles desenhos intelectuais criados, originalmente, para o o futuro tatuado, pressupondo um mínimo esforço artístico e criativo.

Por fim, iii) diferencia-se, ainda, dois tipos de situações nas quais a tatuagem pode ser explorada comercialmente por terceiros. A primeira já fora descrita acima, na qual se reproduz comercialmente a imagem do próprio tatuado, inclusive diante da cessão dos direitos de imagem deste. A segunda situação se refere quando um terceiro explora comercialmente apenas a tatuagem, sem a vincular propriamente à imagem do tatuado. Nesse sentido, a segunda situação se ilustra no caso no qual o tatuador S. Victor Whitmill processou a Warner Bros pela reprodução da tatuagem do Mike Tyson’s em personagem do filme da produtora:

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Crédito: Chris Pizzello/AP

Isto posto, faz-se mister ainda destacar que em nada se atinge os direitos autorais do autor, seja patrimoniais seja morais, o fato de este ser remunerado para a criação da obra e para a impressão desta na pele do tatuado, por exegese literal do art. 27 e 37 da Lei nº 9.610/98. Desse modo, por um lado, os direitos morais autorais são irrenunciáveis e inalienáveis; por outro, os direitos patrimoniais autorais não se transferem pela aquisição da obra, independentemente do suporte no qual a obra é reproduzida. Não obstante, diante da própria peculiaridade do suporte no qual a tatuagem é impressa (a pele e o corpo de um ser humano), a titularidade e o exercícios dos direitos autorais sobre a obra encontram barreiras que despertam discussões e (re)arranjos doutrinários.

Quanto à titularidade, inexistindo qualquer pacto de transferência e cessão dos direitos autorais patrimoniais entre tatuado e tatuador, que, certamente, recrudesceria o ônus financeiro sobre a criação e impressão da tatuagem no corpo do tatuado, parece-me claro que o exercício da titularidade desses direitos ainda cabe ao tatuador, sobretudo no que tange ao elemento fático-jurídico da “disposição” da tatuagem. Na segunda situação transcrita acima (na qual um terceiro explora, única e exclusivamente, a tatuagem), essa conclusão me parece não encontrar dificuldades ou maiores óbices jurídicos.

No que tange à titularidade dos direitos autorais na primeira situação transcrita (na qual um terceiro explora comercialmente a imagem do tatuado e, reflexamente, reproduz as tatuagens inscritas em seu corpo), parece-me que há importante óbice jurídico a ser discutido, qual seja o direito personalíssimo do tatuado sobre o seu corpo e sua imagem (arts. 13, 14 e 20 do Código Civil). Não obstante, ainda nesses casos, entendo que a titularidade desses direitos patrimoniais não seria afetada, uma vez que, como já descrito acima, a aquisição do original de uma obra não confere ao tatuado os direitos autorais patrimoniais sobre ela (37 da Lei nº 9.610/98), independentemente do suporte onde a obra é reproduzida.

Parece-me claro, ainda, que o exercício do direito do tatuado sobre o seu corpo e sua imagem não seria um direito sequer gravemente restringido, uma vez que o tatuado possui licença para explorar comercialmente a sua imagem em público, usando e fruindo, por conseguinte, da obra tatuada, seja em aparições comerciais (revistas, eventos, jornais) seja em aparições públicas televisivas no ambiente de trabalho (direito de imagem). A partir do momento, não obstante, que um terceiro intenta explorar comercialmente a imagem do tatuado, inexistindo pacto ou cessão desses direitos autorais, parece-me que os direitos patrimoniais do tatuador devem ser respeitados na disposição e recriação gráfica da obra tatuada.

Discussão notadamente diferente se coloca quanto ao exercício desse direito autoral moral sobre a tatuagem, principalmente pelo suporte no qual a tatuagem é impressa. O art. 24 dispõe de um rol de direitos morais cujo exercício exclusivo pelo autor/tatuador parece encontrar óbice instransponível no direito personalíssimo do tatuado sobre o corpo e sobre a imagem.

O tatuador pode modificar a obra/tatuagem mesmo depois de esta ser impressa no tatuado (art. 24, inc. V)? O tatuador pode reivindicar a integridade da tatuagem, impedindo que esta seja alterada, modificada ou extinta pelo tatuado? (art. 24, inc. IV)? Parece-me, neste aspecto, que o exercício desse rol de direitos autorais morais deve ser compartilhado entre tatuado e tatuador, em respeito, propriamente, ao direito que aquele possui sobre o seu corpo e sua imagem, devendo-se sopesar, diante da situação concreta, a vontade que deve se preponderar.

No que tange à vontade do tatuado de retirar a obra inscrita em seu corpo, por exemplo, parece-me que o direito do tatuado sobre o seu corpo, enquanto espectro do princípio da dignidade humana, deve sempre prevalecer. Do outro lado, em outro exemplo hipotético, caso o tatuado nutra o interesse de modificar a tatuagem, com uma eventual finalidade de desconfigurar e ridicularizar a obra tatuada, parece-me que a vontade do tatuador possa prevalecer no caso concreto, devendo-se, ao fim e cabo, o tatuado retirar a obra impressa em seu corpo ou, ainda, mantê-la com eventuais alterações acordadas pelas partes.

Dessa maneira, à luz dos três pressupostos estabelecidos, resta claro que a titularidade legal originária de uma obra eventualmente tatuada é do tatuador, uma vez que, diante da inexistência de cessão de direitos, a aquisição da tatuagem não transfere os direitos autorais patrimoniais existentes sobre ela. Quantos aos direitos autorais morais, inalienáveis e irrenunciáveis, parece-me que, em respeito à dignidade da pessoa tatuada, estes devem ser exercidos de forma compartilhada pelo tatuado e pelo tatuador.

Aguardemos os próximos capítulos (judiciais)… e as próximas tatuagens.

Fonte:

https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/a-quem-pertence-as-tatuagens-02032019

 

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Oi gente, como forma de monetizar meu blog resolvi disponibilizar meus resumos de forma organizada em arquivo digital – ainda estou decidindo o formato mas provavelmente será em PDF – para vocês comprarem aqui comigo.

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Voltando a Bloggar.

 

Olá galera! Quanto tempo!

A um tempo atrás eu tinha deletado todos os meus posts sobre minha vida pessoal. Eu tinha tido umas brigas com uns amigos meus que começaram a me procurar durante a fase que eu estava bloggando, eles surgiram na minha vida, voltaram a ter contato comigo e eu ao longo do tempo me decepcionei com eles e entrei numa que eu estava me expondo demais nas redes sociais.

Mas aí passou um tempo eu fiz uma limpeza – a famosa limpeza hahah – nas minhas redes sociais, deletando 99% dos meus contatos do whatsapp, facebook, melhorando meu fluxo de seguidores no instagram, e fui moldando minhas redes sociais dando um foco mais jurídico pras minhas redes sociais como o meu canal do youtube.

Mas acontece que eu adoro bloggar … e não resisti e voltei hoje a escrever aqui novamente sobre coisas que eu tenho feito na vida, mais sobre minha vida particular porque acho que isso não se encaixa muito bem no meu canal do youtube… acho que lá não atinge as pessoas e aqui no blog costumava ter mais leitores que liam as coisas que eu escrevia.

Então voltei. Com mais cuidado, mas voltei.

Bem, o que posso falar?

Eu estava naquela época falando sobre o orçamento financeiro aqui de casa e de como eu estava batalhando para me livrar da dívida com o cartão de crédito… em fim: consegui! aliás, conseguimos! Eu e minha mãe conseguimos cancelar nosso cartão de crédito e quitar o parcelamento! AEEEE!!! Não temos mais essa dívida! Agora é tudo no cash! #Rica! hauhauhauah Tô brincando! #Planejamento!

Com isso eu consegui voltar a estudar na faculdade que eu tanto queria que era a Universidade Anhembi Morumbi… porque desde o ano passado eu estava constantemente me matriculando na FMU na tentativa de voltar a estudar Direito e nós passamos por vários sufocos como por exemplo tinha chegado a comentar aqui do golpe de estelionatários que minha mãe sofreu no ano passado que levou todas nossas economias embora #Bad! E foi um período de muita angústia para nós, que chegamos até a passar fome. 😦

Mas, como tudo na vida é passageiro, dinheiro vai e dinheiro vem, conseguimos nos reerguer e tudo deu certo e quitamos nossa dívida com o cartão, minha mãe fez até o plano de saúde dela que ela estava precisando pois no momento ela está acometida de uma doença que ainda não sabemos o que é, tudo indica que pode ser gordura no fígado, e ela está precisando fazer consultas médicas, exames e provavelmente precisará de medicações e O QUE EU MAIS FALO PRA ELA: MUDAR O ESTILO DE VIDA.

Isso tem me deixado bem cansada… Porque eu já estou desgastada de tanto falar pra ela que ela precisa praticar esportes, que ela precisa fazer uma dieta saudável, mudar os hábitos dela… E é a mesma coisa que falar com uma parede. 😦

Cansa você querer mudar uma pessoa que não quer mudar. Que todo dia acorda fazendo os velhos hábitos que fez a vida inteira e fica rezando por um milagre ou depositando toda a energia dela nas mãos de doctors que vão falar a mesma coisa que eu estou falando pra ela fazer. E no final nem sei se ela vai fazer mesmo se os médicos falarem pra ela que ela tem que mudar.

É BIZARRO. Eu falo: você tem que se alimentar direito. Comer comida saudável. E sabe o que ela diz? “Se eu morrer pelo menos eu morro feliz comendo o que eu quero”.

Puta que pariu. Dói ver a ignorância de uma pessoa que brinca com a vida e a morte.

É que nem pessoas que estão com casamentos fracassados e não separam. Por causa de filho, por causa de grana, por causa da comodidade, por causa de mil desculpas que dão pra si mesmo de anularem sua felicidade e preferem continuar tendo uma vida miserável ao invés de tomar controle da sua própria vida, assumir sua responsabilidade de ser feliz e MUDAR. Falar: AGORA CHEGA. Eu quero mudar. Eu quero ser feliz. Não importa se eu ficar na merda durante um tempo, se a outra pessoa vai sofrer, ou qualquer impacto negativo que a minha decisão irá acarretar.. mas EU preciso pensar EM MIM. Porque só eu SOU RESPONSÁVEL pela minha felicidade.

Em fim.

Como eu não quero nem casar é fácil pra mim falar isso… mas eu acho que tudo é questão de HAVE BALLS.

Mas voltando ao assunto… Minha mãe tá nessa…. eu lutando pra ajudá-la e ela é a própria inimiga dela mesma.

Enquanto isso praticamente ninguém ajuda ou quer saber dela…. ninguém da família liga pra ela pra saber como ela está, se ela está bem… pessoas que ela ajudou a vida inteira ou teve contato a vida toda. Somente meu primo e a mulher dele tem estado mais perto de nós e tem sido pessoas legais com a gente, nos ajudando, dando força… Eles realmente se preocupam. E isso eu agradeço de coração.

Inclusive esses meus amigos foram bem escrotos comigo quando compartilhei com eles sobre a doença da minha mãe… quando passamos o perrengue do golpe…. foram várias decepções. Por isso resolvi bloqueá-los e me afastar pra sempre deles. Porque eles não acrescentam em nada na minha vida. Pelo contrário, são pura energia negativa.

Um desses ex-amigos é tão energia negativa que ele sonha em ter um apartamento próprio e quando eu falei pra ele “porque você não investe dinheiro? Pra comprar seu apartamento?” Sabe o que ele respondeu? “Porque quando você investe dinheiro anos mais tarde o seu dinheiro desvaloriza” OI? DINHEIRO INVESTIDO DESVALORIZAR? CARALHO! Mano, se eu tenho 10.000 reais aplicado num CDB ou num Tesouro Direito e daqui a 6 anos ele virou 20.000 reais ONDE QUE ESSE DINHEIRO SE DESVALORIZOU? Você pode não ter paciência pra esperar 30 anos pra ter um apartamento aí o problema é seu. Mas desvalorizar, NUNCA. Se você tem mentalidade de POBRE. Azar o seu.

Vai lá, assite o canal “Me Poupe” do Youtube e seja feliz.

E meu, o que eu mais faço nessa vida é colocar energia POSITIVA pra girar na minha vida. Então… não combina…

Por falar em energia POSITIVA eu descobri assistindo meus vídeos de meditação e mantras um canal chamado MindValley.com do Vishen Lakhiani – acho que é assim que se escreve o nome dele – e esse cara é foda! Tudo que ele fala gira em torno de acessar nossos Altered States of Mind para se atingir melhores resultados nas performances diárias seja qual área da sua vida você queira desenvolver.

Ele é contra esse pensamento de que tudo na vida deve ser difícil – “work hard pays off” – e ele trás sempre panoramas mundiais de empresas que trabalham com conceitos de autonomia, ou trás cursos de desenvolvimento pessoal para que você sempre encare a vida como desafios que você tem que superar e tornar isso automático de uma forma que a cada desafio você se torna melhor ainda do que antes e vai crescendo, crescendo, crescendo…. e subindo na vida.

Ele pega exemplos de atletas de alta performance, de multimilionários donos de empresas de sucesso, de artistas renomados, de uma elite que está sempre lidando com o que é excelência e trazendo esses conceitos do que eles aplicam na vida deles em termos de crescimento pessoal para que a gente possa aplicar nas nossas vidas. É bem interessante.

E nesse último webinar que ele me enviou eu conheci o Steve Kotler, um escritor de best-sellers que escreveu uma porrada de livros fantásticos o qual deixo os meus favoritos aqui de indicação para vocês:

 

 

 

A leitura desses livros com certeza é enriquecedora e nos abre um grande panorama sobre como o mundo irá se desenvolver nas próximas décadas e como a economia mundial será fortemente afetada por novas idéias de produção em vários setores da economia e isso com certeza irá impactar no Brasil. Por mais, acredito eu, que no nosso país nós tenhamos fortes entraves políticos sobre novas tecnologias a serem implantadas no setor agrícola a fim de se fazer uma puta revolução industrial no caminho da sustentabilidade, acredito que mais cedo ou mais tarde isso será inevitável. E ao longo dessa transição, nós, operadores do Direito seremos muito beneficiados. Seja para desenvolver novos contratos, seja para fazer fusões de empresas, seja no Direito Empresarial tanto quanto no Civil em questões patrimoniais. Quem sabe até no tocante da Propriedade.

Em fim… são breves explanações que eu vislumbro como algo de muito positivo que veremos se desdobrar nas próximas décadas que estão por vir como algo promissor. E com certeza eu farei parte disso. 😀

Bem, mas no momento eu me encontro cursando duas matérias de 4º semestre da faculdade de Direito, as quais são Direito Civil – Reais e Propriedade Intelectual, a qual tem me inspirado muito a estudar todos os dias, e Processo Civil – Recursos, que também me inspira muito apesar de eu achar a matéria mais difícil da faculdade e mais maçante… mas mesmo assim eu boto o cabeção pra funcionar e treino bastante essa matéria, a qual não é meu forte.

Eu montei um cronograma de estudos da seguinte forma:

Civil:
1 – Reais e Propriedade Intelectual
2 – Direito Civil – Parte Geral
3 – Direito Civil – Obrigações e Responsabilidade Civil
4 – Direito Civil Aplicado – Contratos
5 – Direito Civil Aplicado – Família e Sucessões

Processo Civil:
1 – Direito Processual Civil – Recursos
2 – Teoria do Processo
3 – Direito Processual Civil – Processo de Conhecimento

Direito Penal:
1 – Direito Penal I
2 – Direito Penal II

Direito Constitucional:
1 – TGE
2 – IED
3 – Direito Constitucional I
4 – Direito Constitucional II

Direito Empresarial:
1 – Direito Empresarial I

Em fim, montei esse cronograma e comecei a estudar TODOS OS DIAS. Porque eu vou ter uma prova que cai todas essas matérias. Eu sei que é muita coisa, eu sei que pode não dar tempo de zerar o conteúdo…. que estão me dizendo que essa prova é em maio mas eu posso ter a surpresa dela ser em março MAS… fodaçy…. tô estudando.

E ao estudar eu percebi com aquele último livro que eu indiquei aqui pra vocês no blog – Direito Civil esquematizado Pedro Lenza – Que muita coisa que eu estudei em Introdução ao Estudo do Direito era na verdade as leis lá as Leis de Introdução às Normas do Direito Brasileiro que é dado na IED… então eu tô estudando Civil mas na verdade também estou estudando IED. 😀

Aquele negócio de normas congentes, mais que perfeitas, perfeitas, menos que perfeitas… lembra? Então… vou ver tudo isso em breve. De repente assim que terminar de escrever esse blog.

Fez mais sentido a forma que a matéria foi dada na faculdade depois que eu peguei esse livro pra ler, por isso eu falei que ele mudou minha vida. ❤

Pronto. Quebrei mais um preconceito que eu tinha: o preconceito contra livros esquematizados. Eles na verdade são muito bons, especialmente os do Pedro Lenza.

Mas claro, leiam doutrinas também. Conhecimento nunca é demais.

Eu estou com planos pro futuro mas não quero comentar sobre eles agora… prefiro deixar acontecer primeiro e depois dar a notícia pra vocês. Estou fazendo mil e uma coisas ao mesmo tempo e tem horas que eu fico até meio perdida sem saber por onde começar… aí eu paro tudo, revejo de onde parei e estipulo quais serão meus próximos passos.

Conforme as coisas forem acontecendo eu vou contando aqui pra vocês. Assim a gente evita surpresas desagradáveis. Mas eu acredito que tudo dará certo.

E nunca se esqueçam: FIND YOUR PASSION.

A paixão é o que vai te motivar a ser melhor mesmo quando você estiver em um dia ruim. E quando falamos em motivação devemos sempre nos manter CURIOSOS. Devemos sempre ter interesses por coisas que nos motivam e procurar nutrir esses interesses e essas curiosidades, por que isso é o que nos dará impulso para seguir adiante.

Hoje eu fico por aqui.

Um forte abraço,

Maíra Brito.

 

 

O livro que mudou minha vida. Recomendação Bibliográfica.

Acabei de entrar no portal da Minha Biblioteca do site da Universidade Anhembi Morumbi para começar a estudar a Parte Geral de Direito Civil pois montei um cronograma de estudos para revisar todas as 15 matérias que tive de 1º á 4º semestre na faculdade a fim de fazer uma prova que contempla todas essas matérias e eu preciso revisar o conteúdo de cada uma delas.

Nisso eu ia pegar uma doutrina clássica pra ler …. Carlos Roberto Gonçalves – Parte Geral. Livro 1.

Mas aí me deparei com um livro chamado Direito Civil Esquematizado – Carlos Roberto Gonçalves – Coordenação do Pedro Lenza e resolvi pegar esse livro pra dar uma lida e ver se o conteúdo era válido… e me surpreendi com o que me deparei.

A leitura é objetiva, simples, de fácil aprendizado, bem conduzida, de fácil absorção.

Acabei agora de ler o primeiro capítulo que mais remonta á uma Introdução ao Estudo do Direito contemplando as noções de Direito e Moral, Direito Objetivo e Subjetivo, Direito Positivo e Direito Natural, Direito Público e Direito Privado… e estou pensando em montar um mapa mental ou um resumo gráfico com esses conceitos aprendidos agora.

Li todo o capítulo em apenas 1 hora.

Acho que de tanto ler textos e doutrinas mais difíceis a vida toda de faculdade chegou agora pra ler um livro de Direito Esquematizado e eu tirei de letra. Achei mamão com açúcar. mole mole. Entendi tudo e comi o livro. Li muito rápido. Nem me estressei.

Só to com fome agora e comeria um Mc Donald’s em plena 5:48 da manhã facilmente pra continuar estudando. HAHAHAHAHAHA Mas não posso fazer isso porque não quero engordar.

O jeito vai ser passar um bife mesmo.

Enquanto isso eu deixo a capa do livro aqui pra vocês como indicação bibliográfica e espero que mude a vida de vocês também.

Eu realmente tinha preconceito com esse tipo de livro mas não tem porquê. Acho que se a gente gosta de ler até bula de remédio vale.

kkkkkkkkk

beijos,

Mah.

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