Último dia…

Exposições na Caixa Econômica Federal na Praça da Sé.

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E pra ir no embalo vou ouvindo no meu iPod o som da Little Boots, que tem uma foto dela no myspace usando o mesmo vestido que a Karen O usou na matéria da NYLON do mês passado do Alexander McQueen.

 

karenO

Pra quem curte…

Vai rolar dos dias 13 a 16 de agosto no Centro de Eventos São Luís em São Paulo, a 15º Craft Design uma feira sobre iluminação, móveis, têxteis, utilitários, artesanato contemporâneo entre outras coisas mais.

Pra quem quer saber mais basta acessar: http://www.craftdesign.com.br/


XOXOXO

Outra dica legal é o Centro Cultural São Paulo que abriga uma exposição muito louca sobre fé e de tudo o que vi o que mais gostei foram os quadros de imagens de natureza e os surrealistas porém não menos tenebrosos, trabalhos da Flávia Metzler que ficam tipo num corredorzinho tudo meio macabro mas com uma boa dose de bom humor.

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Gotta Work It!

E dando sequência ao post anterior resolvi postar alguns dos trabalhos de desenvolvimento de coleção que está sendo feito nesse semestre.

Lápis, papel, vetor, cola, tesoura.

Depois de quebrar a cabeça pra definir o shape de acordo com referências da metade do século XVI , no período de Luís XIII, chegou a hora de coordenar as cores. E para me ajudar a formular a cartela contei com a ajuda do ColourLovers.com

Pra quem ainda não conheçe, a dica está dada. Enjoy 😉

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Nebula

Então.. continuando…

Vou explicar: os primeiros 12 desenhos pra coleção deveriam ser conceituais, mais loucos mesmo.

Daí, a partir disso tivemos que criar mais 24 desenhos ainda conceituais porém usáveis. Dessa vez não de croquis mas das 24 peças separadas e divididas em blocos.

Até aqui tudo ok.

Agora tivemos que desenvolver mais 50 desenhos, no mesmo esquema dos 24 anteriores mas que os completam.

Ok.

Chegou a hora de coordenar a coleção tanto formando looks quanto combinando as cores.

Pra fazer a cartela de cores devemos escolher imagens que representem todo o conceito da coleção de acordo com tudo aquilo que pesquisamos láááá no comecinho sobre o tema, que como já disse é o Renascimento, que ocorreu na metade do século XVI durante o reinado de Luís XIII.

A imagem escolhida pra formular esse conceito, que já vinha desde lá do comecinho do século XVI com Da Vinci, Michellangelo e Sanzio com suas pinturas de caráter religioso e as inúmeras novas descobertas e novos questionamentos sobre o universo ao redor daquela sociedade, fica ilustrada de tal forma:

Nebula

Original Artfacts.

Essa semana descobri o designer americano Matt W Moore na revista Computer Arts e fiquei maravilhada com o estilo das peças dele. Segundo o próprio, suas inspirações são a “geometria abstrata, combinações de cores vibrantes, composições dinâmicas, profundidade e contraste”.

Dá só uma olhadinha no trabalho dele:

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Matt Moore tem 2 décadas de experiência em desenho e pintura e resolveu criar em 2004 a série VectorFunk Series 1 e as ferramentas que utiliza são Illustrator, lápis, papel, tinta aquarela, papel para origami, estilete, cola, tinta acrílica e tinta enamel, além de uma tela em braco.

Na reportagem ele explica as possibilidades, principalmente com as cores e o fazer e desfazer quando se trabalha com desenho digital.

***

O mais bacana dessa revista é que vem com umas páginas sobre como fazer certos efeitos ou um tópico parar criar alguma coisa em softwares específicos.

Nessa parte, seleciono o ilustrador Ben The Illustrator que comentou sobre como usar a ferramenta blend.

E em especial, o Eric Carl que ensina como fazer colagens digitais absurdinhas onde mescla o universo da Moda e do Design como forma de expressão. Ele utiliza temas de caráter político e mescla elementos do passado, distorcendo e retrabalhando para surgir com algo mais autoral.

 

I-grassi.AI

Olá amigas e amigos leitores!!!

Tô sumidinha aqui do blog, mas por uma boa causa: a faculdade.
Esse semestre tá bombando de trabalhitchos e é muita coisa pra fazer… tô meio sem tempo pra escrever e até mesmo pra ler!!!!

Ontem visitei alguns blogs muito bacanas, que em breve faço a função de pesquisar o histórico e postar aqui pra vocês verem também.
Um melhor que o outro!

Por enquanto deixo esse cartaz que chegou no meu e-mail essa semana sobre uma exposição de arte contemporânea lá no México.

Perdona-me!



beijos beijos!


Bom finds! 😉

Estação Pinacoteca

Está expondo arte de rua literalmente. São 30 artistas que moram em albergues e que ou já moraram ou moram nas ruas.

São pessoas que carregam consigo uma historia de abandono, onde a solidão as acompanham e que viram na arte uma boa oportunidade para resgatar seus sonhos despedaçados.

Vale a pena conferir.  =)

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Flip! em exposição nos E.U.A

O grafiteiro FLIP está participando de um exposição individual chamada “Seiva Bruta” na Carmichael Gallery of Contemporary Art, na west coast Hollywoodiana.

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O Felipe Yung, que assina como FLIP já expõe seus trabalhos em diversas galerias no Brasil, nos estados unidos e na europa há mais de uma década.
É muita tinta e talento!

Pra saber mais desse grafiteiro brazuca, da sua mais recente expô e de sua crew, basta entrar nos sites:

http://www.flipon.com.br/
http://www.baglione.blogspot.com

Contemporary Art.

A RFC (Rubell Family Collection) é dita a maior e mais importante coleção de arte contemporânea dos EUA, que pertence á família Rubell desde 1964.

Até 30 de maio está rolando na Miami Art Basel a exposição 30 Americans.

Procurando pelo trabalho de um dos artistas, David Hammons, achei outros nomes, que não estão incluídos nessa exposição mas que tem trabalhos interessantissímos! Um pouco de fresh air pra voces:

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David Hammons


Robert Therrien


Malia Jensen

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Pucci, where are you!?

Gente, tô meio passada com o desfile da Pucci…alguém reparou no desfile de Outono PAP da marca?

Com uma cartela de cores super fechada, como sugere os desfiles de inverno, mas com pouquíssimas explosões de estamparia tão característica da marca.

Dá uma olhadinha nas fotos que seguem á baixo:

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As estampas da coleção estão estranhíssimas e seguem pouco o estilo Pucci de ser, lembrando muito mais um estilo de estampa new raver aleatório e bem mais jovem que qualquer outro desfile.

Dá uma olhadinha:

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O responsável por isso tudo, por essa coleção, se chama Peter Dundas, que assumiu o posto de diretor criativo da marca após a saída do Matthew Williamson. Que convenhamos, levava muito bem o estilo da marca, mas resolveu concentrar seus esforços na sua própria marca.

Enquanto isso a gente vai vendo a Pucci com essa cara:

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Explosão de Cores.

Lendo a Vogue edição de fevereiro, encontrei na sessão de Estilo que fala sobre os novos designers da semana de Moda londrina a designer grega Mary Katrantzou que faz um trabalho muito interessante em estamparia linkado ao design de jóia.

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Suas criações são super coloridas e os prints parecem maxi-bijoux.
Os ombros estruturados reforçam a estética woman-go-working oitentista assim como as cores fortes e vibrantes, o corte reto suaviza a silhueta feminina que é valorizada pelos recortes e linhas na altura do quadril e do busto.

Formada pela Central Saint Martins em estamparia, ela exibe seu trabalho pelo site pessoal Mary Katrantzou.

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