O Militarismo seria o Novo Safari?

Vamos às imagens:

ESTILO SAFARI

Se quiser um estilo mais puxado pro Safari escolha:

* Tecidos mais fluidos e brilhosos.

* Botões grandes como fechamento de Trench Coats e Chemisiers.

* Chapéus com abas largas e arredondadas.

* Combine com Estampas florais, orgânicas ou de bichos selvagens (onça, serpente, girafa, …)

* Nos pés garanta suas rasteiras e maxi bijoux como acessórios! Com muita cor e pedraria.

xoxoxoxo

 

ESTILO MILITAR


Se quiser um ar mais puxado pro Militar procure por:

* Tecidos mais durinhos! Estrurados! Pesados.

* Ombreiras.

* O ponto alto aqui é usar ESTE VERDE .

* Lembrar de usar Dragonas!

* COTURNOS!

* Acessórios repletos de tachas e muito couro!

* Fechamentos Orientais nos Trench Coats e Chemisiers.

 

Maiden Britain.

A outra marca voltada para um público mais jovem do estilista libanês Zaid Ghanem se chama Maiden Britain e causa impacto com seu styling cru e visceral.

Os responsáveis pela indentidade visual da marca (através de cartões, etiquetas, convites para desfiles…) são Robert Boon & David Lane do estúdio londrino Inventory, que foi criado em 2008 pela dupla, e já trabalharam pra bandas como Gossip e Super Furry Animals.

Quem quiser dar uma conferida no trabalho dos caras basta acessar:

http://www.inventorystudio.co.uk/

Último dia…

Exposições na Caixa Econômica Federal na Praça da Sé.

em cartaz _ 01

E pra ir no embalo vou ouvindo no meu iPod o som da Little Boots, que tem uma foto dela no myspace usando o mesmo vestido que a Karen O usou na matéria da NYLON do mês passado do Alexander McQueen.

 

karenO

Pra quem curte…

Vai rolar dos dias 13 a 16 de agosto no Centro de Eventos São Luís em São Paulo, a 15º Craft Design uma feira sobre iluminação, móveis, têxteis, utilitários, artesanato contemporâneo entre outras coisas mais.

Pra quem quer saber mais basta acessar: http://www.craftdesign.com.br/


XOXOXO

Outra dica legal é o Centro Cultural São Paulo que abriga uma exposição muito louca sobre fé e de tudo o que vi o que mais gostei foram os quadros de imagens de natureza e os surrealistas porém não menos tenebrosos, trabalhos da Flávia Metzler que ficam tipo num corredorzinho tudo meio macabro mas com uma boa dose de bom humor.

Mostra_CCSP



Karim!

Karim Rashid, renomado designer de nossa geração virá a São Paulo para dar uma palestra em parceria com a Escola São Paulo no dia 3 de agosto.

Agora o mais surpreendente é o precitcho: 50 reais.

É muito barato! eeee!

karim-rashid

Gotta Work It!

E dando sequência ao post anterior resolvi postar alguns dos trabalhos de desenvolvimento de coleção que está sendo feito nesse semestre.

Lápis, papel, vetor, cola, tesoura.

Depois de quebrar a cabeça pra definir o shape de acordo com referências da metade do século XVI , no período de Luís XIII, chegou a hora de coordenar as cores. E para me ajudar a formular a cartela contei com a ajuda do ColourLovers.com

Pra quem ainda não conheçe, a dica está dada. Enjoy 😉

***

Nebula

Então.. continuando…

Vou explicar: os primeiros 12 desenhos pra coleção deveriam ser conceituais, mais loucos mesmo.

Daí, a partir disso tivemos que criar mais 24 desenhos ainda conceituais porém usáveis. Dessa vez não de croquis mas das 24 peças separadas e divididas em blocos.

Até aqui tudo ok.

Agora tivemos que desenvolver mais 50 desenhos, no mesmo esquema dos 24 anteriores mas que os completam.

Ok.

Chegou a hora de coordenar a coleção tanto formando looks quanto combinando as cores.

Pra fazer a cartela de cores devemos escolher imagens que representem todo o conceito da coleção de acordo com tudo aquilo que pesquisamos láááá no comecinho sobre o tema, que como já disse é o Renascimento, que ocorreu na metade do século XVI durante o reinado de Luís XIII.

A imagem escolhida pra formular esse conceito, que já vinha desde lá do comecinho do século XVI com Da Vinci, Michellangelo e Sanzio com suas pinturas de caráter religioso e as inúmeras novas descobertas e novos questionamentos sobre o universo ao redor daquela sociedade, fica ilustrada de tal forma:

Nebula

Original Artfacts.

Essa semana descobri o designer americano Matt W Moore na revista Computer Arts e fiquei maravilhada com o estilo das peças dele. Segundo o próprio, suas inspirações são a “geometria abstrata, combinações de cores vibrantes, composições dinâmicas, profundidade e contraste”.

Dá só uma olhadinha no trabalho dele:

mattwmoore

Matt Moore tem 2 décadas de experiência em desenho e pintura e resolveu criar em 2004 a série VectorFunk Series 1 e as ferramentas que utiliza são Illustrator, lápis, papel, tinta aquarela, papel para origami, estilete, cola, tinta acrílica e tinta enamel, além de uma tela em braco.

Na reportagem ele explica as possibilidades, principalmente com as cores e o fazer e desfazer quando se trabalha com desenho digital.

***

O mais bacana dessa revista é que vem com umas páginas sobre como fazer certos efeitos ou um tópico parar criar alguma coisa em softwares específicos.

Nessa parte, seleciono o ilustrador Ben The Illustrator que comentou sobre como usar a ferramenta blend.

E em especial, o Eric Carl que ensina como fazer colagens digitais absurdinhas onde mescla o universo da Moda e do Design como forma de expressão. Ele utiliza temas de caráter político e mescla elementos do passado, distorcendo e retrabalhando para surgir com algo mais autoral.

 

I-grassi.AI

Olá amigas e amigos leitores!!!

Tô sumidinha aqui do blog, mas por uma boa causa: a faculdade.
Esse semestre tá bombando de trabalhitchos e é muita coisa pra fazer… tô meio sem tempo pra escrever e até mesmo pra ler!!!!

Ontem visitei alguns blogs muito bacanas, que em breve faço a função de pesquisar o histórico e postar aqui pra vocês verem também.
Um melhor que o outro!

Por enquanto deixo esse cartaz que chegou no meu e-mail essa semana sobre uma exposição de arte contemporânea lá no México.

Perdona-me!



beijos beijos!


Bom finds! 😉

Touchy.

Então.. e sobre a estação pinacoteca: fui lá no final de semana passado visitar a exposição da qual falei aqui pra vocês dos desabrigados e de pessoas que já sofreram algum tipo de situação de abandono.

E nisso, olha que doidera, fiquei emocionada! :~

mesmo… gente.. os desenhos são mt inocentes, são mt humildes. São imagens de burrinhos, na maioria de paisagens ligados ao meio rural, e tem umas escritas e jogos de palavras como por exemplo um dos quadros que diz “Cem palavras. Sem palavras.” e coisas desse tipo.

 

Bem.. achei uma iniciativa boa apesar de ser num espaço relativamente mais escondidinho da Pinacoteca. Mas ok, vamo combinar que public display of tears é uma coisa mt forte. Melhor assim mesmo.

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E quem bombou foi:

Chelpa Ferro – Totoro 
Trabalho do grupo Chelpa Ferro, criado especialmente para o Projeto Octógono Arte Contemporânea. Nesta instalação, o grupo, formado por Barrão, Luiz Zerbini e Sergio Mekler, apresenta uma programação musical em grandes caixas de som que sobem e descem, num movimento contínuo, durante oito horas, provocando audições diferenciadas em cada patamar. 
De 25 de janeiro a 29 de março de 2009

 

 

Mas………………………

 

 

Vamo combinar que o show á parte fica por conta do acervo de gravuras, pinturas e uras-uras das décadas de 50 e 60 brasileiras e a galera do concretismo que dá um show em ilusão de ótica, cores e quadradinhos por tudo quanto que é canto. Listras, esculturas cubistas, outra que projeta sombra na parede de tal forma que completa a escultura.
Muito bacana.

 

E as esculturas também são incríveis e a exposição sobre o século XX também. Tem um quadro gigante com uma visão em perspectiva do pavilhão da bienal que quando você chega perto pra observar vê que a linha “pontilhada” na verdade são números! em sequência!!! miltrezentosenoventaeoito e…. miltrezentosenoventaenove e assim por diante!!! hahaha mt bom!!! 

Nessa hora eu pensei “é.. tem gente ou mais ou tão maluca quanto eu!” mt bom!

Podia tirar foto.
Mas a linda aqui está sem máquina digital e nao tinha levado celular. Cheers!

 

Outra coisa…………….

 

Rolou hoje lá na faculdade a Aula Magna com o Tufi Duek.

Ele deu uma palestra sobre Moda, sua marca e sua visão e posicionamento diante do mercado têxtil e mencionou, claro!!!, Marc Jacobs. Só faltou ele falar que a namorada dele (A Casas Bahia’s Heir) abriu uma loja pro cara no Jardins e puxar a sardinha por lado deles.
Mas tá certo né? quem num quer umas férias com o love em Cancun?
Expondo sua idéia clara de que o lado dele é o business de Moda e que ele quer que todo mundo use as roupas dele independente de quem seja, falou-se de Semana de Moda de Nova York.

A-DO-REI a menina que perguntou dele o porquê que ele não está desfilando por lá. Não sei se ele ficou meio puto ou meio sem graça ou uma mistura dos dois.

JE-SU-SA! o cara falou que negou participar da semana e coisa e tal… mas na boa, falou que o que todo mundo quer é estar em NY.

Quanta convicção.

Hello! Não sei quem é esse todo mundo. MAS EU, penso, particularmente em Londres. Europa, benzinhô! Não só pelo fato de ser o berço da cultura da humanidade mas também por ser uma das semanas característcicas dos novos talentos saídos da Saint Martin School. Faculdade em que grandes nomes como Estella McCartney, Alexander McQueen, GarethPugh, Christopher Kane entre outros estão atrelados. E nomes também como Vivienne Westwood estão ligados á cena londrina. muito bem, obrigado.

Mas sei lá ne… hoje em dia com o Francisco Costa na CK.

O próprio Tufi apontou os pontos sobre trabalhar para alguém e não ser dono de coisa alguma (sempre exemplos de estilistas que trabalham pra grandes maisons francesas e européias de forma em geral.) e tudo mais. E ainda ferveu soltando frases entrelinhadas de efeito como “Vai trabalhar!” 

Brainstorm do momento: Ck – Jeans wear- Ready to wear.
Acho kinda boring essa coisa de ready to wear. E o perfil inserido por lá.

Mounsier Largerfeld já dizia: “Its not about when, but how.”

Então, vamos refletir.

Rio de Janeiro….

E acontece mais uma vez na Universidade Veiga de Almeida, um dos interessantes workshops que dessa vez será ministrado pela professora e coordenadora do curso de Moda Luciana Maia.

O flyer segue abaixo:

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